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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Em defesa da advogada Dra Lenir Correia

Pelo fim das ações criminosas e as ameaças contra a Dra. Lenir
A Dra Lenir Correia advogada do povo já amplamente reconhecida em Rondônia, com anos de trabalho em defesa das famílias camponesas e do povo pobre, teve sua casa invadida há poucos dias e agora no dia 05 de setembro, recebeu em sua caixa postal um bilhete com ameaça direta a sua vida
Essas ameaças contra a DRa. Lenir não podem  ser vistas de forma separadas de toda a realidade da questão de terras em Rondônia e dos recentes acontecimentos em torno da defesa dos camponeses da luta de Seringueiras, onde a Dra Lenir teve fundamental e valorosa atuação jurídica em defesa das famílias que ocuparam a fazenda Bom Futuro. Essa luta se iniciou dia 17 de julho, quando mais de 100 famílias, depois de anos de promessas e espera por terras, ocuparam uma área que o próprio INCRA reconhece como sendo área pública, mas que estão invadidas pelo latifúndio que mantém a posse à custa da pistolagem.
Depois de muita tensão foi feito um acordo, que previa alguns compromissos do INCRA e do Estado no sentido de resolver a questão agraria na região de Seringueira e de garantir o direito dessas famílias,no qual a Dra. Lenir teve destacado papel. O acordo contou com a participação direta do Superintendente do INCRA, da Ouvidoria Agrária Regional e CPT/RO.
Logo depois da saída das famílias para área provisória definida pelo INCRA, a Polícia do governo de Confúcio Moura (PMDB) desatou nova perseguição contra os camponeses.  Já foram feitas 5 prisões  de pessoas que definem como lideranças da luta de Seringueiras e a polícia alardeia que fará novas prisões contra os “criminosos da LCP”. O latifúndio e o governo não aceitam a realidade do acordo e seguem criminalizando a luta pela terra para escamotear a realidade de seu compromisso com os crimes do latifúndio e impedir a justa luta pela terra das famílias camponesas.
As forças policiais do governo queriam atacar o acampamentode qualquer jeito e já acusavam os camponeses de criminosos e procuravam difamar,  como sempre, a luta pela terra.  Fazendo seguidas acusações sem fundamento contra a Liga dos Camponeses Pobres – LCP
Criar clima de terror fazia parte do ataque, tentaram desocupar a terra sem autorização da justiça e inclusive usaram helicóptero para metralhar o acampamento.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Heroica resistência dos presos políticos no Marrocos!

Traduzimos nota do Comitê de Ação e Apoio para as Lutas do Povo Marroquino sobre a situação dos presos políticos revolucionários no Marrocos.


Apoiar a heroica resistência dos presos políticos revolucionários no Marrocos em greve de fome a mais de 80 dias!

Devemos recordar a situação dos presos políticos no Marrocos? Obviamente que sim, dada a total falta de informações sobre este assunto. Portanto, tenha em mente que as condições de detenção são as mais desumanas; os direitos mais básicos dos presos (negação do direito de visitas, de uma alimentação saudável, higiene, prosseguimento dos estudos ...) e todos os dias, cada um deles é submetido a humilhações e intimidações. Alguns desses prisioneiros foram torturados e jogados na cadeia, sem que qualquer julgamento fosse aberto; muitos outros têm sido informados de um possível julgamento, que sempre é adiado indefinidamente. Finalmente, aqueles que foram julgados, foram submetidos a um julgamento injusto feito com base em falsas acusações, resultando em sentenças terrivelmente duras - como foi o caso dos presos políticos de Meknes condenados a 40 anos de prisão e a pagar  uma multa de mais de 20 milhões de cêntimos.
Além disto, há um bloqueio de informações total e um consenso nacional de não levantar a questão da detenção dos presos políticos no Marrocos – tudo é feito para deixá-los no maior abandono e isolamento.

Diante dessa situação, o único meio pelo qual a resistência dos prisioneiros ainda pode agir é a greve de fome: para reivindicar a implementação dos seus direitos mais básicos e pôr fim às condições desumanas e bárbaras que lhes são impostas por seus algozes por um lado, e, por outro lado, para afirmar a legitimidade da sua justa e correta causa.

Assim, em meados de agosto de 2016, por exemplo, eles começaram uma greve de fome no país:

Em Toulal na prisão 2 de Meknes: Redouan Almalí Hamza al HAMADI e Rahal Yassin Ibrahim Ibrahim Kassimi ATTAHIRI estão em seu 80º dia de greve de fome; suas condições são críticas e sabe-se  que todos os dias enfrentam a perseguição de seus carcereiros, que querem forçá-los a acabar com a greve. A condição particular de ATTAHIRI Ibrahim hoje é muito preocupante porque a vida deste companheiro está em jogo agora.

Em Toulal na prisão 3 de Meknes: Ikram Bourhim, Zakia Biya, Fatima Ezzahra SAHIK estão em greve de fome a mais de 24 dias.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

EM DEFESA DOS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS

Traduzimos nota da organização democrática francesa Collectif Rouge Internationaliste - pour la défense des prisonniers politiques (Coletivo Internacionalista Vermelho - pela defesa dos presos políticos) denunciando a situação dos presos políticos da Palestina.


Convocação para opinião pública nacional e internacional para apoiar por todos os meios o movimento de luta dos presos políticos da Palestina ocupada. 

O movimento dos presos políticos palestinos em luta se intensifica cada vez mais - esta resistência é expressa em particular pelo surto de muitas greves de fome por tempo indeterminando - para denunciar e se opor às políticas de repressão, opressão e crime contra a humanidade que perpetuam as forças de ocupação da entidade sionista dentro das prisões na Palestina ocupada.

Estas políticas de violência indiscriminada desencadeada contra presos políticos na Palestina que declararam sua total solidariedade com o prisioneiro político Bilal Khaled  que entrou em greve de fome no mês de junho passado.

Hoje, este movimento de luta e confronto dentro das prisões estende-se ainda em solidariedade com os novos militantes, liderados pelo camarada Ahmad Saadat, secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina.

O que está acontecendo hoje nas prisões do inimigo é extremamente grave. Isto requer que todas as forças que lutam por justiça e democracia, e que também lutam contra as prisões políticas no mundo árabe e no mundo em geral, tomem medidas para rapidamente e o mais amplamente possível possam informar o combate travado por estes prisioneiros e possam dar-lhes o apoio necessário . É imperativo mobilizar todos os meios e em todos os sentidos possíveis, contra esta política sionista de terror cometida contra prisioneiros políticos e expressar mais uma vez o nosso apoio à resistência armada do povo palestino pela libertação de toda a Palestina.

Paris em 2016/08/01

Le CRI Rouge

Texto original em: http://vnd-peru.blogspot.com.br/2016/08/appel-pour-le-mouvement-de-lutte-des.html

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O estado policial e a morte de Jozelita de Souza





A repressão que assassina os jovens pobres filhos do povo também atinge de forma violenta suas famílias. Na quinta feira, dia 07 de julho, depois de muitos meses lutando por justiça, morreu Jozelita de Souza de falência múltipla dos órgãos, hospitalizada há vários sem comer, decorrente de uma profunda depressão desde o assassinato de seu filho mais novo.  Ela era a mãe de Roberto de Souza Penha, o Betinho de 16 anos, assassinado com mais de dez tiros na chacina de Costa Barros em novembro de 2015. Ao todo os PMs naquele dia dispararam 111 tiros somente no carro onde estava Betinho e outros quatro jovens.

Jozelita é vítima dessa política de extermínio da população pobre. Ela sentia uma grande tristeza com a saudade do filho e como disse uma das mães: “Só quem sente, sabe que mata!”. Mas, além disso, existia a indignação, a revolta com toda a humilhação, com o descaso e o desprezo, com o escárnio com que as instituições desse Estado tratam o povo. Jozelita é vítima também dessa “justiça” de classe, que está sempre procurando acobertar a ação criminosa dos policiais e que suspendeu a prisão preventiva dos quatro PMs que cometeram esse crime hediondo. Em seguida essa mesma “justiça” soltou os cinco policiais que foram filmados, por um morador da Providência, assassinando e disparando novo tiro com a arma colocada na mão do jovem Felipe depois de este ter sido morto por eles. Vídeos como esse, que flagram policiais assassinando jovens desarmados e já rendidos, existem dezenas na internet. Não são “casos isolados”.

É essa a realidade instalada no Brasil, e particularmente no Rio de Janeiro. Agora nova onda de violência é anunciada, porque assim como em 2013 e 2014, o Rio é entregue novamente para a farra financeira de grandes grupos econômicos. Enquanto os que governam decretam para todos os serviços públicos o estado de calamidade pública ao mesmo tempo jogam bilhões nas olimpíadas. Um rebotalho de políticos que representam a apodrecida natureza de classe desse velho Estado da grande burguesia, do latifúndio e serviçal do imperialismo, que mergulhado em imensa crise, cobra dos países dominados todos os recursos. E cobram consequentemente também a suspenção das leis e a instauração do Estado de exceção. Promovem uma deliberada “Guerra de Baixa Intensidade” contra as massas mais pobres a fim de impedir que estas conheçam sua verdadeira força e lutem pelos seus direitos.

Mesmo assim o povo se revolta e responde a tudo isso indignado, luta contra o fechamento dos hospitais, contra a destruição da educação com estudantes ocupando e defendendo suas escolas, professores lutando por seus salários e a dignidade da profissão. Mas para esses governantes mafiosos, a vida dos que lutam, da juventude e do povo pobre não tem nenhum valor. O surrado discurso de que os assassinatos de jovens pobres nas nossas comunidades são casos isolados não engana ninguém. Não existe polícia “despreparada”, existe a polícia preparada para fazer exatamente o que faz. Os massacres como o de Costa Barros, do Chapadão, do Alemão, da Maré e muitos outros se repetem continuadamente.

O povo do Rio conhece bem essa prática de como os policiais agem nas favelas, perseguem, assassinam jovens filhos do povo, alteram as cenas dos crimes, e ainda ameaçam familiares e mães, como no caso do policial que matou o pequeno Eduardo de 10 anos no Complexo do Alemão. Neste episódio, diante dos gritos da sua mãe a ameaçaram: “matei ele e posso matar você também”.
Os batalhões da PM têm um extenso histórico de crimes, assassinatos e genocídios. O hino do Bope deixa essa prática bem clara. Os agentes das forças policiais matam ora fardados em exercício da profissão, ora como milícias ou grupos de extermínio. Assassinam a juventude nas regiões metropolitanas, assim como fazem no campo como pistoleiros do latifúndio para assassinar índios e camponeses que lutam por suas terras.

domingo, 31 de julho de 2016

Índia - Atualizações sobre os presos políticos - Kobad Ghandy em greve de fome e presos políticos poibidos de receber visitas

Kobad Ghandy em greve de fome em Tihar Jail. Kobad Ghandy iniciou uma greve de fome em 15 de julho de 2016, em protesto contra as autoridades da prisão pela repentina decisão arbitrária de deslocá-lo do pavilhão 1 para o pavilhão 2 do presídio de Tihar. Ele foi violentamente deslocado em uma maca, enquanto ainda estava em greve de fome, na noite de 16 de julho de 2016. Os ativistas dos direitos democráticos registraram seus protesto contra a perseguição a Kobad, que já idoso também sofre de inúmeras doenças, e apelaram ao Director-Geral das Prisões de Delhi, Vimla Mehra, para garantir que ele ele não negue seus legítimos direitos.

O presos político maoísta Anup Roy abriu um processo no Supremo Tribunal de Calcutá contra a imposição de restrições ilegais sobre os visitantes em prisões na região de Bengala Ocidental. O caso é esperado para ser ouvido a qualquer momento. O advogado do povo Debopriya Mukhopadhyay é o advogado que registrou no caso.
Recorde-se que o Governo Mamata emitiu uma ordem administrativa algum tempo atrás impondo várias restrições ilegais contra os presos políticos nas cadeias. Assim, exceto os membros mais próximos da família, ninguém está autorizado a visitar os prisioneiros. Isso é contra o código das cadeias onde os amigos estão autorizados a realizar visitas. Desde muito tempo os ativistas dos direitos do povo visitam os presos como amigos. Agora Governo Mamata proibiu isso.
Desta forma os prisioneiros estão sofrendo tremendo isolamento. 

sábado, 30 de julho de 2016

DOCUMENTÁRIO - "O ataque sionista de drogas em Gaza"

Este documentário produzido pela Hispan TV aborda como Israel se utiliza do tráfico de drogas para tentar enfraquecer a resistência e organização do povo palestino.
O vídeo está em espanhol, mas é possível compreender o conteúdo abordado.


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Pela imediata retirada do aparato de guerra ilegal da PM em Seringueiras!

Prezados companheiros, lutadores e democratas.
O CEBRASPO e a ABRAPO vem denunciar e convocar a todos a divulgarem amplamente a grave situação que está ocorrendo em Rondônia. A situação é muito séria, e se nada for feito pode acontecer o que ocorreu há 21 anos, em 09 de Agosto de 1995 em Corumbiara, quando houve o ataque e o massacre na fazenda Santa Elina, conforme denuncia a NOTA da LCP(Segue o link: Nota da Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres).
Os camponeses da região ocuparam terras que são públicas, roubadas pelo maior grileiro da região, fato que é público e notório. Inicialmente o acampamento, Enilson Ribeiro dos Santos foi cercado com forte aparato policial militar e vem sendo atacado pela desde o dia 21/07. Não existe nenhum mandado de reintegração de posse. Em nenhum Estado do Brasil uma reintegração de posse sai tão rápido e uma força policial nas proporções noticiadas se organiza para cumprir este possível mandado em tão pouco tempo.
A situação deixa evidente a relação da elevada concentração de terras em Rondônia com o maior número de assassinatos de lutadores pela terra em todo o Brasil. Onde o comandante da PM, Cel Enedy é o principal acusado de manter e proteger as milícias do latifúndio naquele estado.  Esta PM de Enedy  e do governador Confúcio Moura, já desmoralizada a nível nacional pela Operação Mors da Polícia Federal, que prendeu vários PM´s por participarem de esquadrões da morte e praticarem mais de 100 assassinatos, principalmente de pobres.
E esta será certamente mais uma ação sanguinária. O comandante dessa operação inclusive é o mesmo que comandou o ataque a Santa Elina.  Agora mais essa ação, covarde e ilegal ameaça o acampamento Enilson Ribeiro,( nome dado em homenagem ao Coordenador da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental, foi assassinado junto com seu primo Valdiro em 23 janeiro de 2016, em plena luz do dia em Jaru, por pistoleiros que estavam na “famosa” moto preta identificada pela “Operação Mors”).
As provas de crime premeditado são muitas, a imprensa ligada ao governo, veicula notícias mentirosas, para criar clima para violenta repressão.  Noticiam até que o helicóptero que filmou toda a ação da PM foi recebido a tiros!  Mas aconteceu justamente o contrário, as forças policiais atiraram contra homens, mulheres e crianças. Pelo menos uma criança está ferida.

sábado, 23 de julho de 2016

Mentiras da PM de Rondônia são para encobrir pistolagem oficial a serviço do maior grileiro de Seringueiras.

Divulgamos nota da Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres desmentindo as falsas informações divulgadas por sites de notícias vinculados a PM de Rondônia e ao Latifúndio. Através de reportagens tendenciosas estão tentando criar um clima de guerra no estado de Rondônia que justifique os assassinatos e execuções das lideranças camponesas  e as violentas reintegrações de posse das áreas que já foram tomadas pelos camponesas que fazem parte da Revolução Agrária em curso pelo país.

No vídeo abaixo podemos ver soldados da PM a bordo de um helicoptero atirando nos camponeses.

As reportagens citadas podem ser acessadas por este link: http://www.comando190.com.br/noticias-det.php?cod=5761

Abaixo segue a nota.

Mentiras da PM de Rondônia são para encobrir pistolagem oficial a serviço do maior grileiro de Seringueiras.

As notícias sobre a ação da PM contra as famílias do Acampamento Enilson Ribeiro em Seringueiras- Rondônia, divulgadas pelos sites Rondônia Vip e Comando 190, são absurdas, mentirosas, e têm a única finalidade de justificar o banho de sangue que planejam.
As terras ocupadas pelos camponeses são públicas, roubadas pelo maior grileiro da região, fato público e notório.
O helicóptero que filmou toda a ação da PM não foi recebido a tiros, aconteceu justamente o contrário, as forças policiais atiraram contra homens, mulheres e crianças.
Pelo menos uma criança está ferida, e não sabemos se conseguiu atendimento médico, pois a área está cercada.
Não existe nenhum mandado de reintegração de posse. Em nenhum Estado do Brasil uma reintegração de posse sai tão rápido e uma força policial nas proporções noticiadas se organiza para cumprir este possível mandado em tão pouco tempo. As famílias, que provavelmente ocuparam a área no final de semana passado (dias 17 e 18 de julho), teriam pelo menos 15 dias para contestar judicialmente tal decisão.
A falsa e rasteira versão da PM sobre os fatos, de que as forças policiais não entraram na área por identificarem uma possível armadilha dos camponeses é tão inverossímil que estes desmoralizados policiais tiveram que acrescentar os tiros no helicóptero para justificar o seu ataque.
As forças policiais não entraram porque os camponeses, no seu justo e legítimo direito de se defender, deixaram os tratores nas pontes, e esta polícia covarde borra de medo de enfrentar os camponeses, homens, mulheres e crianças cara a cara.
Esta PM de Enedy e Confúcio Moura, desmoralizada a nível nacional pela Operação Mors da Polícia Federal, que prendeu vários PM´s por participarem de esquadrões da morte e praticarem mais de 100 assassinatos, principalmente de pobres, na verdade quer um pretexto para justificar e legitimar sua ação sanguinária, covarde e ilegal.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

PROFESSOR SAIBABA É IMPEDIDO DE VOLTAR A DAR AULAS!

Traduzimos nota sobre a situação do professor Saibaba, que agora esta sendo impedido de voltar a dar aulas, entre outros absurdos.
Comunicado a Imprensa


Comite para a Defesa e Libertacao do Dr. GN Saibaba


O Comite de Defesa e Libertação do Dr. GN Saibaba condena a forma arbitrária com que as autoridades do Ram Lal Anand Colégio continuam a negar ao Dr. GN Saibaba o seu direito de retomar as suas funções como Professor Assistente na Faculdade, depois que ele foi libertado sob incondicional fiança pelo Supremo Tribunal da Índia em abril de 2016.
Em resposta ao seu pedido de retomar funções, Dr. GN Saibaba recebeu uma carta do diretor afirmando que a sua suspensão de serviços continuaria até que o caso criminal contra ele, em Maharashtra, esteja resolvido. A carta também reitera a decisão de reduzir a entrada do Dr. Saibaba dentro da faculdade até novas ordens. Pior, a carta declara que  “processos disciplinares independentes estão sendo analisados pela Lei Universitaria, Portaria e as Regras em relacao ao seu ato impróprio de um professor, além de outros comportamentos abusivos notados agora”.
 O conteúdo da carta torna evidente que o Conselho de Administração da Faculdade está tentando enquadrar, criminalizar e intimidar Dr. Saibaba, que tem sido um lutador implacável e incansável pelos direitos dos oprimidos e pisados. Além disso, deve-se notar que o Conselho de Administração é um truncamento, pois tem apenas 5 membros que servem fora de uma força total de 15. Além disso, a Universidade não nomeou representantes de professores no Corpo de Administração, após o termino dos mandates dos antigos representantes de professors, que expirou há alguns meses.
As decisões do Corpo Governante acima mencionadas foram concluidas com base em um relatório apresentado por um dos seus membros, Mr Umesh Sharma, que foi nomeado como um homem sendo  “Uma Comissão de Inquérito” . Em sua ânsia de "punir" e vitimizar Dr. Saibaba, as autoridades universitárias violaram todas as regras processuais: (a) O Comite deinquerito foi criado sem quaisquer termos de referência; (B) Uma comissão constituída por um membro do Corpo Governante é uma violação das Ordenanças da Universidade; e (c) A própria nomeação do Mr Umesh Sharma como membro no Corpo de Administração da Academia foi uma violação das regras da universidade enquanto ele estava servindo simultaneamente no Corpo Governante das quatro faculdades. Note-se que o Sr. Sharma posteriormente foi convidado a demitir-se do Conselho de Administração, mas só depois da sua recomendação de que a suspensão do Dr. Saibaba foi aprovada pelo orgao, que não tinha nele representantes dos professores da Faculdade.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Índia - Declaração da União dos Estudantes Democratas sobre a brutalidade da ocupação indiana na Caxemira e em outros lugares



Publicamos declaração da União dos Estudantes Democratas da Universidade de Deli (Delhi University Unit of Democratic Students’ Union) em repúdio ao brutal assassinato de dezenas de jovens na Caxemira pelas forças de ocupação do estado indiano. A declaração também faz um chamado aos democratas e progressistas a se posicionarem contra a Operação Caçada Verde, uma verdadeira ação de extermínio das massas mais pobres daquele país, cuja finalidade é de entregar as riquezas nacionais aos monopólios internacionais.

Quantas vidas que vai demorar para satisfazer a Brahminical "consciência colectiva"?
Esta é uma guerra contra as massas - Quebre o silêncio implacável!

2016/11/07

"Um país que se prepara para o amanhecer. Nós crescemos menos inteligentes. Para nós observar de perto a hora da vitória "- Mahmoud Darwish
Mais de 30 jovens da Caxemira foram assassinados em dois dias pelas forças de ocupação da Índia quando um mar de massas invadiram o funeral de Burhan Wani, um combatente da liberdade do movimento de libertação da Caxemira. O governo PDP-BJP de Jammu e Caxemira impôs toque de recolher, blitz nas ruas, e suspendeu os serviços de internet para impedir as pessoas de assistir os últimos ritos de Burhan Wani e seus companheiros lutadores. As brutais forças de ocupação indianas saquearam casas, hospitais e até mesmo ambulâncias. 18 pessoas perderam suas vistas no caos vil desencadeada pelas forças armadas.
A coligação Jammu Caxemira das sociedades civis (JKCCS) condenou esta como crime de guerra de ocupação indiana. Ocupação indiana, carregada de barbárie abominável, nas últimas décadas tem deixado milhões de corpos e tem desumanizado uma população inteira. Desaparecimentos forçados, torturas coletivas contra civis e as famílias dos combatentes infligidas pelo exército ocupacional são de gelar o sangue. O Estado indiano, petrificado ao ver o número de pessoas que se reuniram para despedir de Burhan Wani, está envolvido em mais uma rodada de assassinatos e reivindicou 23 vidas até agora.

terça-feira, 12 de julho de 2016

VIVA A PALESTINA! CONTRA OS CRIMES DE GUERRA SIONISTAS CONTRA O POVO PALESTINO

Traduzimos declaração do Comitê Nacional Palestino contendo informações importantes para os povos onde as massas são reprimidas com tecnologia militar sionista.
Convocamos a todos os/as revolucionários/as e democratas honestos/as a defenderem a causa do povo palestino.




11 de julho de 2016
Notificação da Comissão BDS nacional palestina (BNC)
Comitê de Comunicação Nacional Palestina (CNP)

VIVA A PALESTINA!

CONTRA OS CRIMES DE GUERRA SIONISTAS CONTRA O POVO PALESTINO

Dois anos atrás, Israel lançou um ataque militar brutal contra os palestinos na Faixa de Gaza, em que mais de 2.300 palestinos foram mortos e mais de 100.000 foram deslocados. Israel tem atacado deliberadamente desta forma áreas civis, a fim de causar o máximo possível de sofrimento humano. As Nações Unidas e as organizações de direitos humanos documentaram os crimes de guerra de Israel durante o abate. A Faixa de Gaza já está sob o cerco por dez anos por Israel. Esta política é, segundo o historiador Ilan Pappe igual a um "genocídio rastejando". Assim, o cerco de Gaza impede quase completamente a reconstrução efetiva após o ataque no verão de 2014. Abdulrahman Abunahel, coordenador do Comitê Palestino BDS Nacional (BNC) em Gaza, disse: "Eu temo que, enquanto o cerco mantido por Israel durar mais tempo a maior prisão a céu aberto do mundo, mais a comunidade internacional vai se adaptar a mesma . Ela aceita que Israel gradualmente e deliberadamente transforme a Faixa de Gaza em um campo de prisioneiros inabitáveis, onde cerca de 2 milhões de palestinos estão aguardando uma morte lenta "."Aqueles que vivem em Gaza como refugiados não foram suficientes a exigir um fim ao cerco israelense. Temos de garantir que nossas campanhas de BDS aumentem gradualmente para permitir que o povo palestino de exerça o direito à autodeterminação, incluindo o direito de regresso de todos os refugiados ".Israel lança ataques militares brutais com a impunidade e para suprimir a resistência palestina sem impedimentos. Como a panfleto "Que matam" mostraram que Israel só pode continuar com esta política pelo enorme comércio de armas e cooperação militar e, de pesquisa com outros países. Entre 2009 e 2018 os Estados Unidos transferiu ajuda militar no valor de 30 bilhões de dólares para Israel. As exportações de armas da UE, especialmente a Alemanha a Israel em 2014 só ascendeu a mais de 1 bilhão de dólares e importações de Israel da UE em 2015 alcançou a incrível soma de US $ 1,6 bilhões. Enquanto a Índia, Colômbia e Brasil continuam sendo um dos principais importadores de armas israelenses, foi tornado público recentemente que Israel também fornece armas utilizadas em crimes contra a humanidade em Ruanda e Sudão do Sul. Israel usa seus ataques criminosos contra os palestinos para testar a tecnologia militar e depois comercializá-las como armas sujeitas a "teste de campo". Até 85% dos produtos da indústria militar israelense são exportados e 60% de todas as aeronaves não tripuladas no mundo vêm de Israel. Israel, no entanto, oprime não só o povo palestino, mas também exporta seu modelo de segurança implacável e meios militares de repressão em todo o mundo. Das ruas de Ferguson, as favelas do Rio de Janeiro e nas fronteiras da fortaleza Europa, são implementadas 
 as armas israelenses e sua tecnologia A nossa campanha para um embargo militar abrangente sobre Israel continua a crescer. Mais de uma dúzia de bancos já retiraram o seu investimento em Elbit-Systems por causa do papel desempenhado pela empresa na violência militar de Israel. O BNC compilou os efeitos e o crescimento do movimento BDS em 2016. É encorajador ver como o movimento, apesar dos esforços de Israel para atacar e minar o nosso movimento está crescendo continuamente e apoiantes internacionais desafiadoras de Israel. Espalhe esta mensagem para o seu conhecimento mais extenso: Compartilhe nossos gráficos de embargo militar no Facebook e encontre mais ideias sobre como você pode participar de nosso boletim informativo.

Texto original em: http://www.bds-info.ch/index.php/de/?option=com_content&view=article&id=1284:10-jahre-belagerung-zeit-fuer-ein-militaerembargo&catid=104:militaerembargo-sicherheit-int

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Mães relatam chacina no Morro do Chapadão e falam sobre o assassinato de seus filhos

Membros do CEBRASPO junto com a a equipe de reportagem do Jornal A Nova Democracia, estiveram no Morro do Chapadão no final de junho, onde dias antes, segundo testemunhas, PMs invadiram um baile funk, mataram seis pessoas e feriram mais de trinta. A equipe do jornal A Nova Democracia gravou uma reportagem com mães de vítimas da violência policial. Elas deram depoimentos emocionantes e disseram que não vão arredar pé da luta contra a violência policial nas favelas e por justiça para os assassinos de seus filhos.




terça-feira, 28 de junho de 2016

DEBATE: AS JORNADAS DE JUNHO E A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS POPULARES

Convidamos a todas e todos para participarem do segundo debate que está organizado pela Frente Independente Popular - FIP em razão da passagem dos 3 anos das jornadas de junho. 
Neste debate, cujo o tema é a "Criminalização dos Movimentos Populares",o CEBRASPO foi convidados para mediar a mesa que será composta por lutadoras e lutadores do nosso povo e por defensores do direito de manifestação e organização. 
Estarão presentes  a companheira Glaúcia dos Santos, representando as mães vítimas da violência de Costa Barros e Chapadão, o Dr. João Tancredo, fundador do IDDH, o Dr. Marino DIcarahy, membro da Associação brasileira dos Advogados do Povo, e um representante dos presos e perseguidos políticos da Copa da FIFA.

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DEBATE: AS JORNADAS DE JUNHO E A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS POPULARES
Quita-feira, 23 de junho de 2016
18h30
IFCS
sala 317

Convidados:
- Dr. João Tancredo - Fundador do IDDH
- Gláucia Santos, representante de mães de vítimas de violência do Chapadão e Costa Barros; 
- Dr. Marino D'Icarahy, Abrapo - Associação Brasileira de Advogados do Povo;
- Um dos 23 presos e perseguidos políticos da Copa da FIFA.Mediação - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos - CEBRASPO

segunda-feira, 27 de junho de 2016

MARROCOS: DECLARAÇÃO DA PRISIONEIRA POLÍTICA MYRIAM AMANI



A prisioneira política Myriam Amani começou uma greve de fome de 48 horas no dia 23 de junho contra as torturas e arbitrariedades sofridas por ela e seus companheiros, e pelo o reconhecimento de prisioneiras política. Ela e seus doze companheiros/as estão presos nas masmorras marroquinas desde o dia 19 de maio por lutarem por uma educação de qualidade e que sirva ao povo naquele país
Abaixo divulgamos a declaração assinada por Myriam.


DECLARAÇÃO PARA INFORMAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA
NACIONAL E INTERNACIONAL REALIZADA PELA PRISIONEIRA POLÍTICA MYRIAM AMANI

Eu Myriam AMANI, prisioneira política do grupo detido em 19 de maio em Marrakech, aviso a opinião pública nacional e internacional que começarei uma greve de fome de 48 horas, como um primeiro aviso, com a opção de continuar em tempo indeterminado no caso onde minhas reivindicações forem infrutíferas.

Esta forma de luta e resistência é necessária e inevitável para mim, desde que todos os outros meios de impor minhas reivindicações, simples e legítimas, foram infrutíferos. Desde 19 de maio de 2016 - data da minha detenção - tenho sida constantemente reprimida: meus óculos foram primeiramente quebrados; Eu, então, sofri todos os tipos de abuso e tortura nas masmorras da repressão; Também fiz um pedido ao procurador de justiça, a fim de receber perícia médica mas este último recusou-se a ouvir o meu pedido e minhas queixas contra os abusos que eu e meus companheiros sofremos. Além disso, quando eu fui transferida para a prisão civil de Boulmerez, eu também pedi acesso a um oftalmologista para os meus óculos fossem reparados e que fossem feitos meus exames, mas, novamente o meu pedido foi ignorado. Eu, então, pedi para ter uma conversa direta com o diretor da prisão: ele não só se recusou essa pedido , mas imediatamente autorizou que me torturassem no chão simplesmente por ter feito esta solicitação. Eu não esqueço as humilhações repetidas e diárias cometidas contra mim pelas mulheres-guardas e nem a recusa que me foi imposta para ter comunicação telefônica com o exterior.

Seguindo todos esses crimes, para expressar a minha recusa a tolerar esta que está sendo imposto contra mim e meus 12 companheiros, e também para recusar que minha dignidade como um prisioneiro político seja violada, eu tomei uma decisão firme de iniciar uma greve de fome durante 48 horas, como um primeiro alerta que será certamente de greve por tempo indeterminado - por estas demandas:

- A libertação de todos os presos políticos
- O fim das acusações contra nós
- Nosso reconhecimento como prisioneiros políticos
- Acesso direto para a minha família e amigos
- O direito de ter comunicações telefônicas
- O direito de ter cuidados de higiene adequada
- O direito de poder continuar com meus estudos
- O direito a um mais prolongado de caminhada.

Finalmente, eu declaro estar presa aqui sem motivo,  totalmente arbitrária. Saudamos em voz alta todos os que expressaram sua solidariedade com a gente, militantes e organizações democráticas e progressistas.


Viva o caminho da luta!
Liberdade para todos os presos políticos!


Presa político Myriam AMANI
número da cela: 44366

Cadeia Civil Boulmerez - Marraquexe
Em 23 de junho de 2016

texto original em: http://dazibaorojo08.blogspot.com.br/2016/06/marruecos-declaration-lattention-de.html

sábado, 18 de junho de 2016

LIBERDADE AOS PRESOS POLÍTICOS TURCOS! A ATIK NÃO ESTÁ SOZINHA!



Atendendo ao chamado do Comitê Internacional de Solidariedade aos Presos Políticos, que convocou democratas e revolucionários de todo o mundo a realizarem manifestações de solidariedade aos companheiros e companheiras da ATIK ( Confederação dos Trabalhadores Turcos na Europa) que presos desde o dia 15 de abril de 2015, foram a julgamento na última sexta-feira dia 17 de junho, diversas atividades ocorreram no Brasil e no resto do mundo.
O CEBRASPO realizou uma manifestação no Rio de Janeiro em frente ao consulado da Alemanha. Participaram do ato dezenas de ativistas de organizações democráticas e revolucionárias, estudantes, professores, trabalhadores, ex presos políticos, e representantes do movimento camponês combativo.
No mesmo dia a noite durante debate realizado pela Frente Independente Popular - FIP pela passagem dos 3 anos das jornadas de junho, que contou com a presença de 150 pessoas, foi realizado também um ato de solidariedade aos membros da ATIK encarcerados nas masmorras do reacionário Estado alemão.

Em São Paulo ativistas da Unidade Vermelha, do Movimento Feminino Popular e da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo também realizaram um ato em frente ao consulado alemão.

Em Recife-PE também ocorreu um ato em frente ao consulado da Alemanha, e foram distribuídos mais de mil panfletos para a população.

No centro de Petrolina-PE, um grupo de estudantes, professores e ativistas do MEPR atenderam o chamado de apoiar a luta pela libertação dos presos políticos turcos na Europa. As massas de trabalhadores, estudantes e jovens receberam com muito interesse e ânimo o ato, no qual foi panfletada a Chamada aos revolucionários, democratas e forças progressistas internacionais. Foi feita uma vigorosa agitação denunciado o Estado fascista turco e o imperialismo alemão, e foi expresso o apoio à justa luta revolucionária do povo turco e kurdo.

Para mais informações segue o link da postagem anterior com mais detalhes sobre o caso: http://cebraspo.blogspot.com.br/2016/06/chamada-aos-revolucionarios-democratas.html

Abaixo seguem as fotos do ato no Rio de Janeiro





 

São Paulo

 


Recife, Pernambuco

 


Petrolina, Pernambuco




terça-feira, 14 de junho de 2016

Chamada aos revolucionários, democratas e forças progressistas internacionais! ATIK não está sozinha!

Companheiros e companheiras o CEBRASPO está participando da campanha internacional em solidariedade aos presos políticos turcos na Europa. Uma criminosa perseguição do Estado imperialista Alemão contra ativistas e lutadores turcos, que em função da genocída do Estado turco são obrigados a se refugiar pela Europa.  
Segue abaixo um manifesto do Comitê Internacional de Solidariedade aos Presos Políticos em repudio as prisões que ocorreram no dia 15 de abril deste ano contra membros da ATIK ( Associação dos Trabalhadores Turcos na Europa) que irão a julgamento no próximo dia 17.



Chamada aos revolucionários, democratas e
forças progressistas internacionais!

Em 2012, o Ministro da Justiça da Alemanha iniciou uma investigação lançada contra os diretores da ATIK (Associação dos trabalhadores turcos na Europa) e supostos ativistas na Europa do TKP/ML (Partido Comunista da Turquia- Marxista Leninista). Como resultado desta investigação, uma deliberada perseguição política, as batidas policiais começaram no dia 15 de abril de 2015 e resultaram na prisão de dois diretores da ATIK e doze supostos ativistas do TKP/ML. Dois dos três presos na Grécia foram depois libertados devido as pressões da opinião pública grega. Entretanto, Deniz Pektas foi deportado da Grécia para a França para cumprir uma sentença de prisão anterior. Em seguida ele foi extraditado para a Alemanha em janeiro de 2016, depois de ter sido mandado para França. Mehmet Yesilcli foi também enviado da Suíça para a Alemanha, um ano depois de ter sido preso.
Todos os revolucionários presos têm sido mantidos em pesado isolamento, em várias prisões na região da Bavária, na Alemanha. As visitas de familiares e dos advogados são feitas por meio de painéis de vidros. O contato deles com os outros presos tem sido limitado. Os presos políticos deverão ser ouvidos no Tribunal no dia 17 de junho de 2016, em Munique.
O Estado alemão está tentando fazer com que o Tribunal associe o caso com o Partido Comunista da Turquia (TKP/ML) e classifique-o como uma organização terrorista e proíba as atividades na Alemanha. Entretanto, será possível identificar, durante os depoimentos, os acordos secretos feitos pelos Estados turco e alemão. Os revolucionários presos serão julgados com base em gravações da luta do TKP/ML contra o reacionário Estado turco.
Só haverá uma vitória neste caso se houver uma forte solidariedade internacional.
Nosso chamado
Nós chamamos todos os revolucionários, democratas e forças progressistas a protestar contra o Estado alemão em frente as embaixadas ou consulados em seus próprios países. Este julgamento deve durar pelo menos mais dois anos. Assim, é importante que estes protestos sejam organizados em intervalos regulares. Nós esperamos que todas as organizações e forças democráticas mostrem sua solidariedade e se juntem a nós na Resistência a esses ataques  contra os revolucionários e forças democráticas.
Este é um julgamento político não um caso anti-terror!
O TKP/ML não é uma organização terrorista; é um partido político!
Os poderes imperialistas e o Estado turco não têm autoridade para julgar os revolucionários!
Estado alemão, tire as mãos da ATIK!
A ATIK é uma organização para as massas trabalhadoras!
Abaixo os ataques contra os povos oprimidos!

Abril 2016

UPOTUDAK
International Committee for Solidarity with Political Prisoners
solidarity@upotudak.net
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos- CEBRASPO
Associação Brasileira de Advogados do Povo- ABRAPO


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Denúncia: cativeiro de trabalho análogo a escravo em Nova Lima de operários da construção


Importante denúncia que recebemos do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e região – Marreta. 

Comunicado à Imprensa

No dia 9 de junho/2016, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e região – Marreta descobriu e arrebentou mais um cativeiro em Nova Lima, onde foram encontrados seis operários em condição de escravidão, entre eles três haitianos. No início eram 19 operários, hoje restam 6 que resolveram denunciar a situação a que foram submetidos.
Os operários provenientes de Pernambuco e do Haiti denunciaram que trabalhavam em troca de comida e que haviam sido aliciados em São Paulo pela“gata” Wzf Construções Eireli com endereço à Rua Expedito de Oliveira Santos, 771, Parque Santo Antônio – São Paulo. Os operários afirmaram que o aliciador prometeu um pagamento de salário superior a R$3 mil reais para o serviço de construção de uma fábrica em Nova Lima, para a transnacional Stevanato, grupo italiano de embalagens e marcas para laboratórios – com sede em Padova, próximo à Veneza. A fábrica fica de frente ao luxuoso condomínio Alphaville, na MG 030, em Itabirito, região metropolitana de Belo Horizonte.
Quando começaram a trabalhar na obra a conversa dos encarregados da WZF foi outra. Descontaram os gastos da viagem de São Paulo a Minas, rebaixaram a carteira e passaram a não pagar os salários. Os trabalhadores também não tiveram direito a baixada (visita a família) sendo alojados em condição precária, sendo a comida fornecida “muito ruim, apenas arroz e feijão, sem mistura”. Os trabalhadores se viram forçados a colher frutos em um abacateiro localizado próximo ao alojamento para reforçar a “bóia”. Nessa verdadeira senzala não pode chover senão molha tudo devido as goteiras e infiltrações. Não existe guarda-roupas nem armários no local, sequer água filtrada ou bebedouro.
A situação de escravidão desses companheiros operários é mais uma demostração da condição semicolonial e de semifeudalidade do país e põem em xeque este velho e podre Estado burguês/latifundiário à serviço do imperialismo. Essa obra, mais um empreendimento do grupo italiano Stevanato representa um dos tentáculos da dominação imperialista em nosso país.
STICBH - MARRETA


quinta-feira, 9 de junho de 2016

GREVE DE FOME DOS ESTUDANTES PRESOS POLÍTICOS NO MARROCOS

Reproduzimos nota do COMITÉ AÇÃO E APOIO PARA AS LUTAS DO POVO MARROQUINO, em solidariedade aos estudantes, presos políticos, que encontram-se em greve de fome desde o dia 30 de maio.



INFORMAÇÃO PARA A OPNIÃO PÚBLICA NACIONAL E INTERNACIONAL
GREVE DE FOME ILIMITADA DOS ESTUDANTES PRESOS POLÍTICOS DE MEKNES

Todas as universidades no Marrocos estão experimentando vários anos de movimentos de luta e resistência necessárias para combater as políticas anti-populares e anti-sociais do Estado reacionário - medidas políticas como a privatização e a exclusão de crianças de educação pública. Confrontado com estas escolhas políticas desastrosas, os alunos se esforçam para melhorar o seu estudo e de impor as liberdade democráticas, políticas e sindicais. Neste contexto, é que muitos estudantes foram presos e condenados a longas penas através de julgamentos sem provas contra eles.

Entre estes últimos presos estão: IKRAM BOURHIM, Zakia BIYA YASSIN Rahal IBRAHIM Kassimi, HAMZA Alhamidi, Redouan ALALAMI. Esses alunos estão atualmente presos na prisão de Toulal 2 e 3, em Meknes e declararam greve de fome por tempo indeterminado desde 30 de maio de 2016 - buscam ganhar reconhecimento como presos políticos e o direito a um julgamento justo imediatamente. Sua luta está também totalmente inserida em todos os presos políticos do Marrocos e, portanto, reproduzimos suas pautas, a saber:

- A libertação incondicional de todos os presos políticos.

- O fim de todas as acusações e montadas a partir de julgamentos cerco contra os companheiros.

- O abandono da militarização da Universidade e o abandono completo da rodada tripartite.

- A autorização de acesso às suas famílias, estudantes e qualquer pessoa que queira
visitar toda a semana.

- Melhoria da alimentação, o direito ao acesso aos cuidados, saúde e higiene.

- A oferta de livros, acesso gratuito à biblioteca e livros de referência, jornais e
 tudo o que pode contribuir para o estudo.

- O direito de continuar os estudos

- Autorização para usar um número de telefone gratuito para se comunicar com o exterior.

- Autorização para andar durante um tempo suficiente e adequado.

- O reagrupamento de presos políticos em uma prisão e nas mesmas celas.

- Terminar todas as medidas de assédio e extorsão a que estão expostos diariamente.

VIVA A LUTA DO POVO MARROQUINO!

VIVA A LUTA POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA PARA ESTUDANTES E DE QUALIDADE!

PELO FIM IMEDIATO DA MILITARIZAÇÃO DAS UNIVERSIDADES!

SOLIDARIEDADE COM OS GREVISTASE TODOS OS PRESOS POLÍTICOS DO MARROCOS!

ABAIXO O ESTADO REACIONÁRIO MARROQUINO E TODOS OS SEUS CÚMPLICES

PARIS 31 de maio 2016-05 / 06 /

COMITÉ AÇÃO E APOIO PARA AS LUTAS DO POVO MARROQUINO

Texto original em:http://dazibaorojo08.blogspot.com.br/2016/06/information-lopinion-publique-nationale.html

quarta-feira, 8 de junho de 2016

LIBERDADE PARA O COMUNISTA ÁRABE GEORGES ABDALLAH!



Repassamos nota da ASSOCIAÇÃO DE NOVA DEMOCRACIA de Hamburgo pela libertação Georges Abdallah, militante comunista árabe, preso pelo reacionário Estado francês há mais de 31 anos.

Texto original em: http://vnd-peru.blogspot.com.br/2016/06/and-hamburgo-notre-solidarite-georges.html

AND-Hamburgo: Nossa solidariedade com Georges Abdallah, militante comunista árabe, ativista na luta de libertação da Palestina.

EVENTO NACIONAL

Domingo 19 Junho 2016

             19 de junho é o Dia Internacional dos prisioneiros revolucionários. Mais uma oportunidade para expressar a nossa solidariedade com Georges Abdallah, militante comunista árabe dedicado na luta de libertação nacional da Palestina, que esta preso no cárcere do Estado francês há mais de 31 anos. Condenado à prisão perpétua por cumplicidade em atos de resistência reivindicada pelos libaneses da Frações Armadas Revolucionárias, enquanto seu país Líbano foi invadido pelas tropas sionistas, e libertado em 1999. Apesar de duas liberações ordenadas pelo tribunal de execução de penas, George Abdallah é mantido na prisão na França por intervenção do governo dos EUA.
             Hoje, a violência e a repressão do Estado francês continua a se reforçar e se militarizar sob o disfarce de um estado de emergência: prisão domiciliar, a repressão preventiva, proibição de manifestações, detenções , custódia, ampliação da violência policial e uso imediato sem  controle do direito de matar, dadas as forças de repressão. Esta repressão é  dirigida contra os jovens dos bairros populares, contra ativistas políticos e sindicais. Diante de um estado tão draconiano e repressivo, é justo e legítimo se rebelar. É sobre esta resistência  e das lutas legitimas que se encaixa a nossa solidariedade na luta de Georges Abdallah, que teve uma vida de luta contra o imperialismo e por uma Palestina livre.
             Convocamos a todos aqueles que estão do lado das pessoas que lutam, no lado da resistência palestina, da luta contra o capitalismo, o imperialismo, o sionismo, o colonialismo, a se juntarem a nós domingo, 19 de junho, para exigimos a sua libertação.


LIBERDADE PARA GEORGES ABDALLAH!
SOLIDARIEDADE AOS PRESOS POLÍTICOS REVOLUCIONÁRIOS DE TODO O MUNDO!

terça-feira, 31 de maio de 2016

NOVAS INFORMAÇÕES DO PROCESSO DOS 23

IMPORTANTE VITÓRIA NO PROCESSO DOS 23. FOI RETIRADA A CAUTELAR QUE IMPEDIA OS ATIVISTAS DE PARTICIPAREM DE MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS.


Ontem, dia 31 de maio, o Juiz Flavio Itabaina da 27ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou que  que o acórdão proferido no Habeas Corpus  em favor de Elisa, Karlayne e Igor Mendes no ano passado, que declarou inconstitucional a medida cautelar que proibia os ativistas de participarem de manifestações passa a beneficiar a todos.

Também há pouco, um promotor de justiça pediu o arquivamento do processo em que o Juiz do processo dos 23 representou contra 6 (seis) dos acusados, por prática de suposto desacato ao mesmo. O Juiz desse processo de desacato concordou com o MP de que aquela conduta constituía fato atípico. O suposto desacato teria ocorrido em uma das audiências do processo quando os ativistas cerraram os punhos e saudaram Igor Mendes, que na ocasião estava preso há mais de dois meses nas masmorras de Bangu, com a histórica consigna antifascista "NÃO PASSARÃO". Um gesto de solidariedade e de força ao companheiro encarcerado.
Segundo o advogado do povo Dr. Marino D'Icarahy: "Custe-nos a própria liberdade, não podemos deixar de combater sem trégua."
Lutar Não É crime!
Em Defesa do Direito de Manifestação